Tuesday, March 27, 2007

uma espécie de tantrismo...

ainda não...
e
já passou!

é o antecipar da segunda que me faz prolongar a primeira!
(em inúmeras coisas da minha vida (que antecipo como boas, óbvio!) e algumas bem pequenas e ridículas...)

Sunday, March 25, 2007

sorrisos que valem por mil palavras

Há sorrisos imensos, onde cabe tudo o que se poderia querer dizer...
Não preciso mais nada para me sentir bem-vinda!

Saturday, March 24, 2007

mas que delíííícia...

Acordar Sábado para um tratamento no SPA.
Mas não um SPA qualquer, o melhor da cidade, oferta dos manos que sabem que gosto destes mimos e pequenos luxos (muito) de vez em quando.
Sim, senti-me óptima desde que entrei no parque de estacionamento e a optimicidade foi crescente até voltar ao parque quase 3h depois!

corpo e espírito harmonizados e podem mandar vir o mundo,
enquanto estiver assim eu aguento!:)

meninas, devíamos fazer isto de vez em quando...

auto-exercício

Se encontrasse agora um génio da lâmpada que me concedesse 3 desejos...
O que é que eu pedia?

Engraçado pensar que quase sempre acho que as coisas seriam melhor se isto ou se não aquilo e aperceber-me que, tendo a hipótese de decidir, ficaria paralisada e muda sem saber quais os caminhos e os acontecimentos que me conduziriam à felicidade...

E se não sei quais são, como sei que não são estes?

glimpse de eternidade

Às vezes, a minha mulher começava a queixar-se mais alto. Então, acelerava, dava solavancos nos carris dos eléctricos, ultrapassava automóveis que apitavam, passava por semáforos vermelhos. Depois, tinha automóveis à frente e não conseguia passar. Virava-me para a minha mulher e perguntava-lhe se estava bem. Olhava para o relógio, o tempo era muito rápido.

(...)

E chegámos à maternidade, corri para ela, e entrámos de braço dado, eu a puxá-la, ela pesada com dores, e eu a puxá-la. Dirigi-me a uma enfermeira e, antes de conseguir dizer alguma coisa, a enfermeira disse-me:
- Calma.
E levou-a. A minha mulher virou-se para trás para me ver sozinho, com os braços e com os olhos abandonados. E esperei. Olhava para o relógio. A manhã. A manhã com o tamanho de um verão. Toda a manhã. Olhava para o relógio. O tempo era muito lento.

(...)

Foi depois da hora de almoço que a enfermeira voltou a entrar na sala de espera e me disse:
- Então, não quer ir ver o seu filho?
Os meus pés deslizaram pelo chão de mosaicos, o meu corpo atravessou os corredores de paredes cinzentas e de lâmpadas quase fundidas, intermitentes, a falharem. Os meus olhos não viam nada. E entrei no quarto. De uma vez: a minha mulher deitada na cama a segurar o nosso Francisco nos braços. A sorrir com a vida. Caminhei mudo e lento até à cama. Não soube dizer nada. (...) Mais tarde, haveria de dizer tantas coisas. Naquele momento, não soube dizer nada. toquei a face do menino com as pontas dos dedos. Toquei a testa da minha mulher com os lábios. O tempo não existia.
(José Luís Peixoto, "Cemitério de Pianos")


A eternidade não é o tempo sem fim, é a ausência de tempo!


Sunday, March 18, 2007

Sou continuamente assoberbada e/ou ultrapassada pelos acontecimentos...

Será que algum dia vou aprender?

Wednesday, March 14, 2007

Wednesday, March 07, 2007

shiuuuu, é segredo

mas eu não sou tão forte como gosto de parecer...